Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
www.hcnet.usp.br
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
www.fm.usp.br
Universidade de São Paulo
www.usp.br
AMB - Associação Médica Brasileira
www.amb.org.br
Links na área da Saúde – Instituições, bibliotecas, fundações e universidades.
Mayo Clinic
http://www.mayoclinic.com/
California University – Berkeley - Health
http://uhs.berkeley.edu/
SUMMIT - Stanford University Medical Media and Information Technologies
http://summit.stanford.edu/
Massachusetts Institute of Technology, Laboratory of Computer Science: The Clinical Decision Making Group
http://groups.csail.mit.edu/medg/
Stanford University: Center for Advanced Medical Informatics
http://bmir.stanford.edu/
Baylor College of Medicine - Medical Informatics Education Center
http://www.bcm.edu/
Duke University: Medical Informatics
http://cfm.mc.duke.edu/
Columbia University, Department of Medical Informatics
http://www.dbmi.columbia.edu/
Albert Einstein Câncer Center (EUA)
http://www.einstein.yu.edu/cancercenter/page.aspx
Instituto Nacional de Câncer (Brasil)
http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/inca/portal/home
National Cancer Center Research Institute - Tokyo (Japão)
http://www.ncc.go.jp/
American Cancer Society National (EUA)
http://www.cancer.org/
Bireme
http://regional.bvsalud.org/php/index.php
OMS
http://www.who.int/en/
Ministério da Saúde
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/default.cfm
CNPq
http://www.cnpq.br/
UNESCO
http://www.unesco.org/
UNICEF
http://www.unicef.org/brazil/pt/
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Endereço de atendimento
Hospital das Clínicas FMUSP
Tel. – (11) 2661 6000
Ambulatório de Ginecologia
Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155.
Cerqueira Cesar – Pinheiros – S. Paulo.
Prédio dos Ambulatórios - 5º andar bloco
Clínica - Administração, Enfermaria e Pronto-Socorro
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255.
Cerqueira César - Pinheiros – S. Paulo.
Prédio do Instituto Central -
Pronto Socorro no 4º andar
Administração e Enfermaria 10º. Andar – Ala Oeste.
Oriente-se:
O complexo hospitalar do Hospital das Clínicas está localizado no Bairro de Cerqueira Cesar , região centro-oeste da cidade de São Paulo, delimitado pelo quadrilátero entre a Av. Rebouças, Av. Dr. Arnaldo, Rua Teodoro Sampaio e Rua Oscar Freire, chamado “Quadrilátero da Saúde”.
Mapa (link google maps)
Exibir mapa ampliado
A Clínica Ginecológica funciona no Instituto Central (prédio inicial do Hospital das Clínicas) localizado na Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 255 e no Prédio dos Ambulatórios na mesma avenida no número 155, também conhecido como “Prédio Amarelo”, que fica em frente ao Incor, no extremo da avenida, próximo à Rebouças.
Acesso:
O acesso a Av. Dr. Enéas, que fica bem no meio do quadrilátero referido é feito pela rua Teodoro Sampaio que sobe do bairro de Pinheiros (Av. Brasil/Av. Henrique Schaumann) e também pela Av. Rebouças na sua parte próxima ao final da Avenida Paulista, pista centro-bairro. Para quem está caminhando ainda existem entradas pela rua Artur de Azevedo (parte traseira) e av. Rebouças, entrada para a Rua Dr. Ovídio Pires de Campos (observar restrições nos finais de semana). Na Av. Rebouças, altura da Alameda Franca e Alameda Itu há uma passarela sobre a Rebouças.
Metrô
Pelo Metrô o acesso é pela Estação Clínicas da linha Verde (Vila Madalena – Sacomã) que faz interligação com demais linhas através das estações Paraíso e Ana Rosa.
As linhas de ônibus que dão acesso ao hospital são muitas e ficam localizadas nas proximidades do cruzamento entre a Rua Teodoro Sampaio e Av. Enéas Carvalho de Aguiar, com alternativa nos pontos ao longo da Av. Dr. Arnaldo (calçada do Cemitério e calçada fronteiriça à Faculdade de Medicina da USP), além de ponto na própria Av. Rebouças, calçada central do Corredor de Ônibus (utilizando a passarela ou elevador para pessoas com necessidades especiais). Faça o seu itinerário de ônibus previamente. Ache o ônibus mais conveniente para seu acesso ao HC, utilizando o link da SPTrans – empresa que administra o transporte público na cidade de São Paulo ( http://www.sptrans.com.br ).
Vindo de carro
Ao utilizar veículo próprio, principalmente para transporte de paciente, observe que há acesso pelo Ambulatório avenida Enéas (155) e também acesso pelas ruas internas do complexo. Esse acesso a área de estacionamento do Complexo HC é feito pela transposição de cancelas e é gratuito por 20 minutos para embarque e desembarque de passageiros e pacientes. As entradas estão na av. Rebouças e na rua Artur de Azevedo. Fique atento para estacionar, o que é um pouco mais complicado pela grande afluência de pessoas na região. A av. Dr. Enéas tem um estacionamento subterrâneo pago, sob concessão que, apesar de grande, costuma lotar ao redor das 9-10 horas da manhã e só costuma voltar a ter vagas no meio do dia. Estacionamentos nos arredores podem ser uma alternativa mais rápida, mesmo após ter desembarcado algum paciente com restrição para andar (o hospital tem, nas suas portarias do Ambulatório, o empréstimo de cadeiras e macas de diversos modelos).
Tel. – (11) 2661 6000
Ambulatório de Ginecologia
Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155.
Cerqueira Cesar – Pinheiros – S. Paulo.
Prédio dos Ambulatórios - 5º andar bloco
Clínica - Administração, Enfermaria e Pronto-Socorro
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255.
Cerqueira César - Pinheiros – S. Paulo.
Prédio do Instituto Central -
Pronto Socorro no 4º andar
Administração e Enfermaria 10º. Andar – Ala Oeste.
Oriente-se:
O complexo hospitalar do Hospital das Clínicas está localizado no Bairro de Cerqueira Cesar , região centro-oeste da cidade de São Paulo, delimitado pelo quadrilátero entre a Av. Rebouças, Av. Dr. Arnaldo, Rua Teodoro Sampaio e Rua Oscar Freire, chamado “Quadrilátero da Saúde”.
Mapa (link google maps)
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A Clínica Ginecológica funciona no Instituto Central (prédio inicial do Hospital das Clínicas) localizado na Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 255 e no Prédio dos Ambulatórios na mesma avenida no número 155, também conhecido como “Prédio Amarelo”, que fica em frente ao Incor, no extremo da avenida, próximo à Rebouças.
Acesso:
O acesso a Av. Dr. Enéas, que fica bem no meio do quadrilátero referido é feito pela rua Teodoro Sampaio que sobe do bairro de Pinheiros (Av. Brasil/Av. Henrique Schaumann) e também pela Av. Rebouças na sua parte próxima ao final da Avenida Paulista, pista centro-bairro. Para quem está caminhando ainda existem entradas pela rua Artur de Azevedo (parte traseira) e av. Rebouças, entrada para a Rua Dr. Ovídio Pires de Campos (observar restrições nos finais de semana). Na Av. Rebouças, altura da Alameda Franca e Alameda Itu há uma passarela sobre a Rebouças.
Metrô
Pelo Metrô o acesso é pela Estação Clínicas da linha Verde (Vila Madalena – Sacomã) que faz interligação com demais linhas através das estações Paraíso e Ana Rosa.
As linhas de ônibus que dão acesso ao hospital são muitas e ficam localizadas nas proximidades do cruzamento entre a Rua Teodoro Sampaio e Av. Enéas Carvalho de Aguiar, com alternativa nos pontos ao longo da Av. Dr. Arnaldo (calçada do Cemitério e calçada fronteiriça à Faculdade de Medicina da USP), além de ponto na própria Av. Rebouças, calçada central do Corredor de Ônibus (utilizando a passarela ou elevador para pessoas com necessidades especiais). Faça o seu itinerário de ônibus previamente. Ache o ônibus mais conveniente para seu acesso ao HC, utilizando o link da SPTrans – empresa que administra o transporte público na cidade de São Paulo ( http://www.sptrans.com.br ).
Vindo de carro
Ao utilizar veículo próprio, principalmente para transporte de paciente, observe que há acesso pelo Ambulatório avenida Enéas (155) e também acesso pelas ruas internas do complexo. Esse acesso a área de estacionamento do Complexo HC é feito pela transposição de cancelas e é gratuito por 20 minutos para embarque e desembarque de passageiros e pacientes. As entradas estão na av. Rebouças e na rua Artur de Azevedo. Fique atento para estacionar, o que é um pouco mais complicado pela grande afluência de pessoas na região. A av. Dr. Enéas tem um estacionamento subterrâneo pago, sob concessão que, apesar de grande, costuma lotar ao redor das 9-10 horas da manhã e só costuma voltar a ter vagas no meio do dia. Estacionamentos nos arredores podem ser uma alternativa mais rápida, mesmo após ter desembarcado algum paciente com restrição para andar (o hospital tem, nas suas portarias do Ambulatório, o empréstimo de cadeiras e macas de diversos modelos).
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Avaliação do percentual de células Natural Killer e de auto-anticorpos em sangue periférico de pacientes com endometriose pélvica
03/08/2010 João Antonio Dias Junior DD
Tema
Avaliação do percentual de células Natural Killer e de auto-anticorpos em sangue periférico de pacientes com endometriose pélvica
Objetivo: o objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de autoanticorpos e a dosagem da concentração de células Natural Killer (NK) no sangue periférico em pacientes com endometriose. Métodos: Entre dezembro de 2004 e dezembro de 2007 foram avaliadas 155 pacientes submetidas a videolaparoscopia, divididas em um grupo sem endometriose(n=55) e outro com endometriose (n=100). Foi coletada amostra de sangue periférico de todas as pacientes no momento da laparoscopia e nessa amostra foi realizada a quantificação do percentual de células NK em relação aos linfócitos periféricos (por citometria de fluxo), e a determinação dos seguintes auto-anticorpos: anticorpos antinucleares (ANA, por imunofluorescência indireta), anticorpos antitireoglobulina e antiperoxidase (anti-TG e anti-TPO, por eletroquimioluminescência), anticorpos anticardilipina e antifosfatidilserina (aCL e aPS IgG, IgM e IgA, todos por ensaio imunoenzimático). Além da presença de endometriose, essas pacientes também foram avaliadas quanto ao estadiamento, os locais de doença, relações com a fase do ciclo, e a classificação histológica dessa doença. Resultados: as pacientes com endometriose apresentaram percentual de células NK (média DP de 15,3 9,8%) superiores àquelas sem a doença (média DP de 10,6 5,8%), p<0,001. Quanto aos autoanticorpos, as portadoras de endometriose também apresentaram positividade para ANA mais frequentemente (33%) que as pacientes do grupo controle (12,7%), p=0,006. Quanto aos anti-TG, anti-TPO, anti-CL (IgG, IgM e IgA) e aPS ( IgG, IgM e IgA), não houve diferenças estatísticas quanto à sua positividade. As células NK também mostraram-se mais elevadas nas protadoras de endometriose em estádios avançados e naquelas com comprometimento de retossigmóide, grupo no qual encontramos o maior percentual de células NK com concentração média de 19,8 10,3%. Concentrações de células NK 12,5% podem ser usadas como marcadores de endometriose em retossigmóide, com sensibilidade de 73% e especificidade de 65%. Utilizando-se de um modelo estatístico de probabilidades, demonstramos que associação desse marcador (NK 12,5%) com a presença de sintomas como dor e/ou sangramento intestinal durante a menstruação nos possibilitou estimar uma probabilidade de comprometimento de retossigmóide de 60,4%. Conclusões: pacientes com endometriose apresentam maior concentração de células NK periféricas, além de maior prevalência de ANA positivo em relação àquelas sem endometriose. As células NK aumentam nas pacientes com endometriose predominantemente nos estádios avançados, com comprometimento de retossigmóide. Nesse sentido poderiam ser utilizadas como marcadores diagnósticos desse tipo de comprometimento da doença, principalmente se forem avaliadas em conjunto com os sintomas das pacientes
Tema
Avaliação do percentual de células Natural Killer e de auto-anticorpos em sangue periférico de pacientes com endometriose pélvica
Objetivo: o objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de autoanticorpos e a dosagem da concentração de células Natural Killer (NK) no sangue periférico em pacientes com endometriose. Métodos: Entre dezembro de 2004 e dezembro de 2007 foram avaliadas 155 pacientes submetidas a videolaparoscopia, divididas em um grupo sem endometriose(n=55) e outro com endometriose (n=100). Foi coletada amostra de sangue periférico de todas as pacientes no momento da laparoscopia e nessa amostra foi realizada a quantificação do percentual de células NK em relação aos linfócitos periféricos (por citometria de fluxo), e a determinação dos seguintes auto-anticorpos: anticorpos antinucleares (ANA, por imunofluorescência indireta), anticorpos antitireoglobulina e antiperoxidase (anti-TG e anti-TPO, por eletroquimioluminescência), anticorpos anticardilipina e antifosfatidilserina (aCL e aPS IgG, IgM e IgA, todos por ensaio imunoenzimático). Além da presença de endometriose, essas pacientes também foram avaliadas quanto ao estadiamento, os locais de doença, relações com a fase do ciclo, e a classificação histológica dessa doença. Resultados: as pacientes com endometriose apresentaram percentual de células NK (média DP de 15,3 9,8%) superiores àquelas sem a doença (média DP de 10,6 5,8%), p<0,001. Quanto aos autoanticorpos, as portadoras de endometriose também apresentaram positividade para ANA mais frequentemente (33%) que as pacientes do grupo controle (12,7%), p=0,006. Quanto aos anti-TG, anti-TPO, anti-CL (IgG, IgM e IgA) e aPS ( IgG, IgM e IgA), não houve diferenças estatísticas quanto à sua positividade. As células NK também mostraram-se mais elevadas nas protadoras de endometriose em estádios avançados e naquelas com comprometimento de retossigmóide, grupo no qual encontramos o maior percentual de células NK com concentração média de 19,8 10,3%. Concentrações de células NK 12,5% podem ser usadas como marcadores de endometriose em retossigmóide, com sensibilidade de 73% e especificidade de 65%. Utilizando-se de um modelo estatístico de probabilidades, demonstramos que associação desse marcador (NK 12,5%) com a presença de sintomas como dor e/ou sangramento intestinal durante a menstruação nos possibilitou estimar uma probabilidade de comprometimento de retossigmóide de 60,4%. Conclusões: pacientes com endometriose apresentam maior concentração de células NK periféricas, além de maior prevalência de ANA positivo em relação àquelas sem endometriose. As células NK aumentam nas pacientes com endometriose predominantemente nos estádios avançados, com comprometimento de retossigmóide. Nesse sentido poderiam ser utilizadas como marcadores diagnósticos desse tipo de comprometimento da doença, principalmente se forem avaliadas em conjunto com os sintomas das pacientes
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Entrevista com a Dra. Ceci Lopes
Dra. Ceci Lopes é a presidente da SOBRAFITO - Sociedade Brasileira de Fitoterapia. Ginecologista da Clínica Ginecológica do HCFMUSP, responsável pelo curso de Fitoginecologia que vai ser realizado em novembro de 2010, em São Paulo no Centro de Convenções Rebouças entre os dias 9e 11 daquele mês.
1)Quais são as grandes diferenças entre os medicamentos fitoterápicos e convencionais, além da sua origem vegetal?
Medicamentos fitoterápicos são produzidos a partir de plantas, ou partes de plantas, geralmente produzindo-se extratos com padronização, ou seja, é necessário que haja quantidade equivalente dos produtos ativos sempre que esses medicamentos sejam utilizados. É identificado o princípio ativo, a sua ação, eventuais efeitos adversos, toxicidade, tudo exatamente como se faz com qualquer outro medicamento convencional, os chamados "medicamentos sintéticos". É necessário que seja comprovada sua atuação terapêutica por estudos científicos com o melhor embasamento possível. E que obedeçam a regulamentação, da mesma forma que os medicamentos convencionais.
2) Durante muito tempo a fitoterapia não recebeu muito crédito da própria classe médica. O que mudou esse modo de pensar?
Os fitoterápicos foram a primeira forma de remédios utilizados pela humanidade, há milhares de anos. Porém, sempre foram utilizados com base apenas na observação e experiência do profissional de saúde. Com o advento da indústria química, começaram a ser produzidos agentes terapêuticos com características precisas, e os fitoterápicos foram sendo abandonados, como "coisa de antigamente", sem credibilidade. Apesar disso, inúmeros medicamentos comuns são originários de fitoterápicos, ou por purificação, ou por modificação química. No entanto, à medida que se foram fazendo estudos científicos com eles, e estudando-os nos mesmos moldes que se faria com qualquer outro medicamento, foi sendo estabelecido um novo panorama, confirmando, ou descartando a real eficácia dos produtos originados de fontes vegetais.
3) Qual o papel da fitoterapia na vulvovaginite? Quais são suas vantagens sob os agentes já utilizados tradicionalmente?
Entre os produtos de origem botânica, muitos possuem efeitos antissépticos, anti-inflamatórios e mesmo semelhantes aos efeitos dos antibióticos. Assim, as pessoas os utilizavam, de vários modos, como, por exemplo, para banhos. Após observação criteriosa, pelos métodos baseados em evidências, foram sendo desenvolvidos medicamentos utilizando essa matéria prima, que estão disponíveis no arsenal farmacêutico. Por exemplo, há produtos comerciais com base no trigo, na camomila, na aroeira, e outros. São eficazes e nem sempre apresentam tantos efeitos adversos como outros produtos sintéticos.
4) Quais são as outras principais aplicações da fitoterapia em Ginecologia?
Quase se pode dizer que fitoterápicos são aplicáveis em qualquer campo da Medicina, assim como na Ginecologia. Vários medicamentos quimioterápicos, utilizados para o tratamento do câncer, são de origem vegetal. Utilizam-se outros para atividades realcionadas ao sistema nervoso, como tranquilizantes, antidepressivos, indutores do sono. E geralmente com muito poucos efeitos indesejáveis, e sem indução a hábito ou dependência. Nos sintomas da menopausa, também há grande aplicabilidade, especialmente para mulheres que não desejam, ou não possam, utilizar hormônios.
Marcadores:
Entrevista,
Fitoterápicos,
Ginecologista Cidadão
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