terça-feira, 1 de junho de 2010

Adenomiose em pacientes com endometriose profunda: aspectos clínicos, histológicos e radiológicos

01/06/2010 Midgley Gonzales DD
Tema
Adenomiose em pacientes com endometriose profunda: aspectos clínicos, histológicos e radiológicos
Objetivo: O objetivo deste estudo foi analisar a relação do diagnóstico, à ressonância magnética, de adenomiose com endometriose. Pacientes e Métodos: Entre fevereiro de 2004 e março de 2008 foram avaliadas 152 pacientes, com diagnóstico histológico de endometriose, as quais foram separadas em dois grupos de acordo com a presença (Grupo A) ou ausência de adenomiose (Grupo B), diagnosticadas ao exame de ressonância magnética. Foram analisadas a espessura da zona juncional e a presença de cistos intramiometriais como critérios principais para diagnóstico de adenomiose. Critérios secundários como acometimento da parede posterior uterina, "adenomiose subserosa", zona juncional até a serosa, zona juncional indefinida e adenomiose focal também foram avaliados. Os dados obtidos pela análise do exame de imagem foram correlacionados ao quadro clínico, estadiamento, local de acometimento e a classificação histológica da endometriose. Resultados: A prevalência de adenomiose em pacientes com endometriose foi de 42,76%. Pacientes com endometriose e adenomiose, diagnosticada à ressonância magnética, apresentaram, em relação ao grupo sem adenomiose maior queixa de dismenorréia severa ou incapacitante (61,53% no Grupo A e 44,83% no Grupo B, p=0,041) e dispareunia de profundidade (64,61% no Grupo A e 41,38% no Grupo B, p=0,005), maior associação com endometriose estádio IV (50,77% no Grupo A e 33,34% no Grupo B, p=0,03), mais endometriose localizada em retossigmóide (49,23% no Grupo A e 32,18% no Grupo B, p=0,033), maior associação com endometriose indiferenciada ou mista (52,31% no Grupo A e 34,48% no Grupo B, p=0,028). As pacientes com endometriose profunda, acometendo retossigmoide, e com estádio IV, apresentaram adenomiose, correlacionada a maiores espessuras de zona juncional, predominantemente em parede posterior do útero, e relacionada ao achado radiológico de cistos intramiometriais e adenomiose subserosa (p<0,05). Conclusão: Os resultados obtidos permitem concluir que, neste estudo, observou-se correlação entre adenomiose e endometriose profunda de pior prognóstico, envolvendo principalmente o reto-sigmóide.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Palavra inicial do Editor

Quando o Prof. Dr. Edmund Chada Baracat, titular da Clinica Ginecológica, nos confiou a tarefa de reativar e oxigenar o site da Ginecologia do HCFMUSP recebemos um desafio muito grande.

Existiam dois caminhos.

Um deles seria pura e simplesmente contratar um empresa inteira e especializada na construção de um site, cheio de recursos visuais e ferramentas, etc., etc. e de longe enviar uma pilha de arquivos para publicação.

O outro, muito mais desafiador, e proposto pelo Web Designer Cezar Galhardo, que já vinha ajudando a Clínica nas nossas Jornadas, era de romper algumas barreiras em favor do instantâneo e da participação direta para o qual toda a Internet caminha. Um site formatado e baseado na linguagem do blog, da comunicação postada, sem dificuldades e sem enormes estruturas interpostas entre quem produz o material, no caso os médicos da Clínica, e o leitor internauta.

Aceitamos todos o desafio e seguimos a tendência que explica o sucesso do Twitter e outros canais instantâneos e praticamente pessoais de comunicação. Esperamos que o esquema tenha sucesso, participação e, sobretudo, tenha a agilidade e utilidade para o leitor.
Que funcione como um instrumento de ensino e serviço, auxiliares poderosos na aproximação do trabalho da Disciplina e Clínica Ginecológica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e a comunidade a que serve, em última palavra sua razão de existência na Assistência, Ensino e Pesquisa, o tripé da Universidade.

Dr. Homero Guidi
Editor

Estrutura de novo site pronta

O novo site da Disciplina de Ginecologia da FMUSP já está com o seu esqueleto montado. Agora vem o recheio.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Instituições de apoio

Ceagin  -  Centro de Estudos Avançados em Ginecologia
Entidade sem fins lucrativos voltada ao apoio irrestrito das atividades da Clínica Ginecológica do HCFMUSP
www.ceagin.org

Fundação Faculdade de Medicina
Principal instituição de apoio às atividades do Complexo HC/Faculdade de Medicina USP
www.ffm.org 

Ouvidoria do HC
Órgão de apoio aos usuários do Hospital das Clínicas da FMUSP
Telefone  (11) 2661 7176

Secretaria Estadual - Governo do Estado de São Paulo
Órgão gestor do SUS em S. Paulo
www.saude.sp.gov.br

FEBRASGO  -  Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia 
www.febrasgo.org.br

Sogesp  - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo
www.sogesp.com.br