terça-feira, 25 de maio de 2010

Palavra inicial do Editor

Quando o Prof. Dr. Edmund Chada Baracat, titular da Clinica Ginecológica, nos confiou a tarefa de reativar e oxigenar o site da Ginecologia do HCFMUSP recebemos um desafio muito grande.

Existiam dois caminhos.

Um deles seria pura e simplesmente contratar um empresa inteira e especializada na construção de um site, cheio de recursos visuais e ferramentas, etc., etc. e de longe enviar uma pilha de arquivos para publicação.

O outro, muito mais desafiador, e proposto pelo Web Designer Cezar Galhardo, que já vinha ajudando a Clínica nas nossas Jornadas, era de romper algumas barreiras em favor do instantâneo e da participação direta para o qual toda a Internet caminha. Um site formatado e baseado na linguagem do blog, da comunicação postada, sem dificuldades e sem enormes estruturas interpostas entre quem produz o material, no caso os médicos da Clínica, e o leitor internauta.

Aceitamos todos o desafio e seguimos a tendência que explica o sucesso do Twitter e outros canais instantâneos e praticamente pessoais de comunicação. Esperamos que o esquema tenha sucesso, participação e, sobretudo, tenha a agilidade e utilidade para o leitor.
Que funcione como um instrumento de ensino e serviço, auxiliares poderosos na aproximação do trabalho da Disciplina e Clínica Ginecológica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e a comunidade a que serve, em última palavra sua razão de existência na Assistência, Ensino e Pesquisa, o tripé da Universidade.

Dr. Homero Guidi
Editor

Estrutura de novo site pronta

O novo site da Disciplina de Ginecologia da FMUSP já está com o seu esqueleto montado. Agora vem o recheio.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Instituições de apoio

Ceagin  -  Centro de Estudos Avançados em Ginecologia
Entidade sem fins lucrativos voltada ao apoio irrestrito das atividades da Clínica Ginecológica do HCFMUSP
www.ceagin.org

Fundação Faculdade de Medicina
Principal instituição de apoio às atividades do Complexo HC/Faculdade de Medicina USP
www.ffm.org 

Ouvidoria do HC
Órgão de apoio aos usuários do Hospital das Clínicas da FMUSP
Telefone  (11) 2661 7176

Secretaria Estadual - Governo do Estado de São Paulo
Órgão gestor do SUS em S. Paulo
www.saude.sp.gov.br

FEBRASGO  -  Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia 
www.febrasgo.org.br

Sogesp  - Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo
www.sogesp.com.br

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Efeitos da bromocriptina na prevenção da síndrome do hiperestímulo ovariano precoce em mulheres de alto risco submetidas a fertilização in vitro

03/12/2009 Ana Lucia Rocha Beltrame de Mello ME
Tema
Efeitos da bromocriptina na prevenção da síndrome do hiperestímulo ovariano precoce em mulheres de alto risco submetidas a fertilização in vitro
Objetivo: Avaliar o uso da bromocriptina na prevenção da síndrome do hiperestímulo ovariano (SHO) precoce moderada ou grave em mulheres de alto risco submetidas a fertilização in vitro. Pacientes e Métodos: Estudo duplo-cego, prospectivo e randomizado, foi realizado entre fevereiro de 2006 e novembro de 2007 no Centro de Reprodução Humana da Divisão de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, na Huntington Centro de Medicina Reprodutiva e no Centro de Reprodução Humana do Hospital e Maternidade Santa Joana. Foram estudadas 28 mulheres entre 20 e 39 anos de alto risco para desenvolver a SHO (presença de 20 folículos ou mais ao ultrassom transvaginal no dia anterior à administração de gonadotrofina coriônica humana (hCG); níveis séricos de estradiol no dia da administração do hCG ou previamente a esta data iguais ou maiores que 3000 pg/ml e/ou aumento significativo ovariano bilateral). Foram divididas randomicamente, em dois grupos: A (n=17) e B (n=11), que receberam, respectivamente, um comprimido diário de ácido fólico (2,0 mg) e de bromocriptina (2,5 mg), por via oral, durante 14 dias, com início no dia da administração de hCG. As pacientes foram avaliadas no dia da administração do hCG (D1) e sete dias após (D2), quando foram realizados : ultrassom abdominal para verificar a presença de ascite; coleta de sangue para dosagens séricas de hemoglobina, hematócrito, leucócitos, plaquetas, uréia, creatinina, TGO, TGP e do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), e coleta de urina de 24 h para determinação de clearance de creatinina e concentração urinária de sódio. Resultados: Da série total (28 pacientes) que concluíram todo o estudo, 14 apresentaram ascite em D2, das quais 10 pertenciam ao grupo A (58,8%) e 4 (36,4%) ao grupo B (p=0,246). Destas 14 pacientes, 7 preencheram os critérios de gravidade, sendo que 6 pertenciam ao grupo A e, somente uma, ao grupo B. Observou-se aumento dos valores médios de VEGF no Grupo A (134,93 pg/ml) em D2, enquanto no Grupo B, houve diminuição (119,11pg/ml) (p=0,462).Conclusões: A bromocriptina não preveniu a SHO precoce moderada ou grave em pacientes de alto risco submetidas a fertilização in vitro, no entanto, houve diminuição da quantidade de líquido intraperitoneal e dos níveis séricos de VEGF.