Pós-graduando: Paulo Cesar Serafini
Orientadora: Prof. Dr. Edmund Chada Baracat
Data da defesa: 11 de dezembro de 2007
Introdução: O objetivo foi avaliar a expressão de algumas proteínas no endométrio durante a fase lútea do ciclo menstrual de mulheres férteis e inférteis, por meio imunoistoquímica de micro-arranjos teciduais (TMA). Métodos: Analisou-se a expressão de dez proteínas em 52 amostras de endométrio obtidas nas fases lútea inicial, intermediária (janela de implantação) e final. Resultados: As proteínas, fator inibidor de leucemia (LIF), fator de crescimento insulinóide tipo l (IGF-1), receptor de progesterona (PR), claudina-4, receptor de fator de crescimento vascular endotelial 3 (VEGFR-3) e citoqueratina 7 (CK-7) mostraram-se expressas no endométrio nas fases lútea inicial, intermediária e final. A proteína morfogenética óssea 4 (BMP-4) expressou-se no endométrio nas fases lútea inicial e intermediária. As proteínas citoqueratina 17 (CK-17), substância solúvel 100 (S 100) e calretinina não se expressaram no endométrio durante os três períodos avaliados. Houve correlação entre as expressões proteicas de LIF, IGF-1 e PR. As proteínas LIF e BMP-4 foram diferencialmente expressos no endométrio nas fases lútea inicial, intermediária e final. As proteínas claudina-4 e PR não se expressam simultaneamente no endométrio durante a fase lútea. Conclusão: Baseados nos resultados deste estudo podemos sugerir que a presença das proteínas LIF. IGF-1 e PR durante a janela implantacional teria relevância como preditor do adequado desenvolvimento do endométrio.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Avaliação do tratamento da incontinência urinária com sling fascial associado à histerectomia vaginal
Pós-graduanda: Sílvia Helena Coletti
Orientadora: Prof. Dr. Ricardo Muniz Ribeiro
Data da defesa: 06 de setembro de 2007
Foram estudados, prospectivamente, por um período médio de 4,9 anos, os resultados do tratamento de 31 mulheres com incontinência urinária e afecção benigna do útero que foram submetidas à cirurgia de sling fascial associada à histerectomia vaginal, atendidas na Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, no período de fevereiro de 2000 a outubro de 2006. O objetivo foi avaliar os resultados do tratamento comparando-se os diagnósticos urodinâmicos pré e pós-tratamento. As mulheres foram submetidas à cirurgia de histerectomia vaginal, para tratamento da afecção benigna do útero e sling fascial para correção da incontinência urinária.
Orientadora: Prof. Dr. Ricardo Muniz Ribeiro
Data da defesa: 06 de setembro de 2007
Foram estudados, prospectivamente, por um período médio de 4,9 anos, os resultados do tratamento de 31 mulheres com incontinência urinária e afecção benigna do útero que foram submetidas à cirurgia de sling fascial associada à histerectomia vaginal, atendidas na Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, no período de fevereiro de 2000 a outubro de 2006. O objetivo foi avaliar os resultados do tratamento comparando-se os diagnósticos urodinâmicos pré e pós-tratamento. As mulheres foram submetidas à cirurgia de histerectomia vaginal, para tratamento da afecção benigna do útero e sling fascial para correção da incontinência urinária.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Avaliação da influência da menopausa no tamanho das partículas da HDL e na sua capacidade de receber lipídios de uma nanoemulsão semelhante à LDL
Pós-graduanda: Jucilene Sales da Paixão
Orientadora: Profa. Dra. Angela Maggio da Fonseca
Data da defesa: 06 de novembro de 2007
Introdução: A concentração plasmática da HDL é um fator de risco importante e independente para a prevenção da doença aterosclerótica, principalmente na mulher. Seu metabolismo e suas características estruturais e funcionais também têm sido estudados como fatores de risco. Neste estudo, foram comparadas mulheres de mesma faixa etária na pré e na pós-menopausa, para determinar a influência da menopausa sobre o tamanho da HDL e sobre a habilidade desta lipoproteína em receber lipídios de lipoproteínas doadoras, um processo que depende de proteínas de transferência e da composição e estrutura da HDL. Métodos: Vinte e duas mulheres saudáveis, normolipidêmicas na pré e dezoito na pós-menopausa, de idades entre 40-50 anos foram estudadas. Os grupos não diferiam em l M C, glicemia, colesterol total, LDL, triglicérides, apo A1 e apo B. Uma nanoemulsão artificial foi usada como modelo de LDL (LDE) para doar lípides para a HDL. LDE marcada radioativamente com 3H-triglicérides (TG) e 14C-colesterol livre (CL) ou 3H- ésteres colesterol (CE) e 14G-fosfolipídios (PL) foram incubados com as amostras de plasma por 1 hora. Após a precipitação química do sobrenadante contendo HDL, foi contada a radioatividade. O tamanho da HDL foi medido por espalhamento da luz laser. Resultados: A concentração da HDL nos dois grupos não diferiu, demonstrada pela concentração de HDL colesterol (61 ±12; 61 ±14 mg/dl respectivamente) e concentração de apolipoproteína A-1 (1.5±0.3; 1.5±0.2g/l). O tamanho da HDL também foi igual entre os dois grupos (8.8+0.8; 9.0±0.5 nm, respectivamente). A menopausa também não afetou a transferência de lípides da LDE para a HDL (em % total de radioatividade/1 Omg HDL/h), CE (0.5±0.3; 0.5±0.2, respectivamente), CL (0.9±0.2; 0.9±0.2), TG (0.6±0.2;0.6±0.2) e PL (3.0±0.7; 3.3±1.0). Conclusão: A menopausa não influenciou o tamanho das partículas HDL e um importante parâmetro funcional que é a habilidade da HDL de receber lipídios.
Orientadora: Profa. Dra. Angela Maggio da Fonseca
Data da defesa: 06 de novembro de 2007
Introdução: A concentração plasmática da HDL é um fator de risco importante e independente para a prevenção da doença aterosclerótica, principalmente na mulher. Seu metabolismo e suas características estruturais e funcionais também têm sido estudados como fatores de risco. Neste estudo, foram comparadas mulheres de mesma faixa etária na pré e na pós-menopausa, para determinar a influência da menopausa sobre o tamanho da HDL e sobre a habilidade desta lipoproteína em receber lipídios de lipoproteínas doadoras, um processo que depende de proteínas de transferência e da composição e estrutura da HDL. Métodos: Vinte e duas mulheres saudáveis, normolipidêmicas na pré e dezoito na pós-menopausa, de idades entre 40-50 anos foram estudadas. Os grupos não diferiam em l M C, glicemia, colesterol total, LDL, triglicérides, apo A1 e apo B. Uma nanoemulsão artificial foi usada como modelo de LDL (LDE) para doar lípides para a HDL. LDE marcada radioativamente com 3H-triglicérides (TG) e 14C-colesterol livre (CL) ou 3H- ésteres colesterol (CE) e 14G-fosfolipídios (PL) foram incubados com as amostras de plasma por 1 hora. Após a precipitação química do sobrenadante contendo HDL, foi contada a radioatividade. O tamanho da HDL foi medido por espalhamento da luz laser. Resultados: A concentração da HDL nos dois grupos não diferiu, demonstrada pela concentração de HDL colesterol (61 ±12; 61 ±14 mg/dl respectivamente) e concentração de apolipoproteína A-1 (1.5±0.3; 1.5±0.2g/l). O tamanho da HDL também foi igual entre os dois grupos (8.8+0.8; 9.0±0.5 nm, respectivamente). A menopausa também não afetou a transferência de lípides da LDE para a HDL (em % total de radioatividade/1 Omg HDL/h), CE (0.5±0.3; 0.5±0.2, respectivamente), CL (0.9±0.2; 0.9±0.2), TG (0.6±0.2;0.6±0.2) e PL (3.0±0.7; 3.3±1.0). Conclusão: A menopausa não influenciou o tamanho das partículas HDL e um importante parâmetro funcional que é a habilidade da HDL de receber lipídios.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Ultra-sonografia transvaginal com dopplervelocimetria no estudo do volume, da espessura do estroma e da vascularização dos ovários na síndrome dos ovários policísticos
Pós-graduando: Marcelo Afonso Gonçalves
Orientadora: Prof. Dr. Hans Wolfgang Halbe
Data da defesa: 04 de setembro de 2007
INTRODUÇÃO - A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das mais controversas entidades da endocrinologia ginecológica. Após o simpósio de Rotterdam, em 2003, ficou evidente a importância da morfologia ovariana para o diagnóstico e para a composição dos fenótipos. A ultra-sonografia transvaginal com dopplervelocimetria pode ajudar a analisar as variáveis implicadas na vascularização e a monitorai-os ovários. OBJETIVO - Avaliar o volume, a espessura do estroma e a vascularização dos ovários de mulheres com SOP. MÉTODO - Estudo prospectivo com cinquenta mulheres que foram divididas em dois grupos (grupo SOP: n=30 e grupo Normal: n=20) e submetidas à ultra-sonografia transvaginal com Dopplervelocimetria, entre o terceiro e sexto dias do ciclo menstrual, para a avaliação do volume e da espessura do estroma do ovário e dos índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP) nas artérias uterinas, artérias ovarianas e vasos do estroma. RESULTADOS - No grupo SOP, o volume ovariano e a espessura do estroma ovariano foram significativamente maiores. Também o IR e o IP das artérias uterinas e ovarianas foram significativamente maiores. Já o IR e o IP dos vasos do estroma foram significativamente menores no grupo SOP, em comparação com o grupo Normal. CONCLUSÃO - As mulheres com SOP, em relação às mulheres normais, têm aumento do volume e da espessura do estroma dos ovários. Também apresentam diminuição do fluxo ovariano; porém, com aumento da vascularização do estroma.
Orientadora: Prof. Dr. Hans Wolfgang Halbe
Data da defesa: 04 de setembro de 2007
INTRODUÇÃO - A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das mais controversas entidades da endocrinologia ginecológica. Após o simpósio de Rotterdam, em 2003, ficou evidente a importância da morfologia ovariana para o diagnóstico e para a composição dos fenótipos. A ultra-sonografia transvaginal com dopplervelocimetria pode ajudar a analisar as variáveis implicadas na vascularização e a monitorai-os ovários. OBJETIVO - Avaliar o volume, a espessura do estroma e a vascularização dos ovários de mulheres com SOP. MÉTODO - Estudo prospectivo com cinquenta mulheres que foram divididas em dois grupos (grupo SOP: n=30 e grupo Normal: n=20) e submetidas à ultra-sonografia transvaginal com Dopplervelocimetria, entre o terceiro e sexto dias do ciclo menstrual, para a avaliação do volume e da espessura do estroma do ovário e dos índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP) nas artérias uterinas, artérias ovarianas e vasos do estroma. RESULTADOS - No grupo SOP, o volume ovariano e a espessura do estroma ovariano foram significativamente maiores. Também o IR e o IP das artérias uterinas e ovarianas foram significativamente maiores. Já o IR e o IP dos vasos do estroma foram significativamente menores no grupo SOP, em comparação com o grupo Normal. CONCLUSÃO - As mulheres com SOP, em relação às mulheres normais, têm aumento do volume e da espessura do estroma dos ovários. Também apresentam diminuição do fluxo ovariano; porém, com aumento da vascularização do estroma.
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