Pós-graduando: Ana Lúcia Cavalcanti
Orientador: Prof. Dr. Vicente Renato Bagnoli
Data da defesa: 23 de agosto de 2006
Objetivo: avaliar os efeitos do citrato de sildenafila na circulação do clitóris em mulheres na pós-menopausa com disfunção orgástica avaliadas por Doppler. Casuísticas e métodos: foram selecionadas 22 mulheres atendidas no Setor de Ginecologia Endócrina e Climatério da Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Destas, 11 constituíram o grupo que recebeu 50mg de citrato de sildenafila (Grupo A) e outras 11 o grupo controle (Grupo B – placebo). Em todas aplicaram-se a entrevista Questionário de Sexualidade HC e Escala de Griss. A circulação do clitóris foi avaliada por meio de Doppler nos tempos 0 (T0), 1 (T1) uma hora após a ingestão do comprimido e após 15 (T15) dias de tratamento. Resultados: os resultados mostraram diferenças estatisticamente significativas, ao avaliarmos alterações nas medidas dos diferentes momentos (T0, T1, T 15), quando comparamos os 2 grupos (medicamento x placebo), utilizando-se os índices de resistência e velocidade. Conclusão: podemos inferir melhora apresentada pelo grupo A (citrato de sildenafila), consideravelmente superior ao demonstrado pelo grupo B (placebo).
quarta-feira, 23 de agosto de 2006
terça-feira, 28 de março de 2006
ESTUDO DA AÇÃO DO ESTROGÊNIO TRANSDÉRMICO NOS PARÂMETROS TROMBOELASTOGRÁFICOS DE MULHERES COM ANTECEDENTE DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO
Pós-graduando: Paulo Franscisco Ramos Margarido
Orientador: Prof. Dr. Vicente Renato Bagnoli
Data da defesa: 28 de março de 2006
O período do climatério é associado a sintomas que alteram o bem estar da mulher, bem como trazem risco de doenças crônico-degenerativas. neste sentido, a terapia hormonal (TH) vinha baseando-se em resultados de estudos observacionais e clínico-laboratoriais, os quais atestavam seu valor em reduzir a doença coronariana. Desta forma, estava sendo utilizada para minimizar sintomas e reduzir riscos. Vários ensaios clínicos publicados à partir de de 1998 mostraram que a TH não se presta para prevenção secundária e nem primária da doença coronariana, aumentando ainda, o rsico de tromboembolismo venoso e da doença cérebro-vascular. Entretando, existe a questão da dissociação entre os resultados obtidos nos ensaios clínicos e aqueles dos estudos observacionais e clínico-laboratoriais. A análise dos dados publicados sugerem que uma das respostas pode estar relacionada ao sistema hemostático, o qual tem sido avaliado pelos métodos mais diversos, mas quase sempre com o mesmo tipo de TH ao longo do tempo. Assim, considerando-se que a TH pela via transdérmica é a menos inócua para o sistema hemostático e que a tromboelastografia é o método que pode predizer de forma global as variações na coagulabilidade, foi proposta a realização dest estudo. Foram avaliadas 29 mulheres com antecedente comprovado de trombolembolismo venoso, ás quais foi oferecido a TH por via transdérmica com 17B-estradiol. O grupo de mulheres que optaram por usar a TH (grupo caso) foi composto por 9 mulheres, enquanto o grupo das que não quiseram terapia (grupo Controle) foi formado por 20 mulheres. Ambos os grupos foram comparados com grupo de normais da população do banco de sangue do Hospital das Clínicas da FMUSP. As participantes do estudo fora, avaliadas previamente ao início da TH e submetidas às dosagens de tempo de protrombina medido pelo INR e atividade, tempo de trombina (TT) e tempo de tromboplastina parcialmente ativado (TTPA), bem como a dosagem de fibrinogênio e realização da tromboelastografia em dois tipos de amostra: sangue total e plasma em plaquetas (PPP). Estas mulheres foram acompanhadas trimestralmente, por período de 6 meses, sendo os exames novamente realizados nestes tempos. As mulheres com antecedente de tromboembolismo venosos apresentaram hipercoagulabilidade em relação aos normais, conforme medido pelas variáveis tromboelastográficas K (p<0,001), angulo alfa (p<0,005), MA (p<0,001) e G (p<0,005). A observação dos parâmetros hemostáticos prolongamento do TP (medido pelo INR e atividade) (p=0,007) e tendência a prolongamento do TT no grupo coaso, ao longo do tempo. Houve aumento do angulo alfa na mostra de PPP (p<0,001), mas sem variação com o tempo. O parâmetro G mostrou redução na amostra de PPP no grupo Caso ao longo do tempo (p<0,05). O tempo de lise de 30min (LY30) foi siginificativamente maior para as mulheres com passado de doença tromboembólica venosa, mas sem variação ao longo do tempo. Os níveis de fibrinog~enio reduziram-se durante o estudo no grupo Caso (p<0,05). os grupos Caso e Controle, mas não os Normais, apresentaram correlação estatística entre os níveis de fibrinogênio e os parâmetros tromboelastográficos. A avaliação conjunta dos dados sugere que o estrogênio não levou ao aumento da cogulabilidade sanguinea em mulheres com antecendente de tromboembolismo venoso.
Orientador: Prof. Dr. Vicente Renato Bagnoli
Data da defesa: 28 de março de 2006
O período do climatério é associado a sintomas que alteram o bem estar da mulher, bem como trazem risco de doenças crônico-degenerativas. neste sentido, a terapia hormonal (TH) vinha baseando-se em resultados de estudos observacionais e clínico-laboratoriais, os quais atestavam seu valor em reduzir a doença coronariana. Desta forma, estava sendo utilizada para minimizar sintomas e reduzir riscos. Vários ensaios clínicos publicados à partir de de 1998 mostraram que a TH não se presta para prevenção secundária e nem primária da doença coronariana, aumentando ainda, o rsico de tromboembolismo venoso e da doença cérebro-vascular. Entretando, existe a questão da dissociação entre os resultados obtidos nos ensaios clínicos e aqueles dos estudos observacionais e clínico-laboratoriais. A análise dos dados publicados sugerem que uma das respostas pode estar relacionada ao sistema hemostático, o qual tem sido avaliado pelos métodos mais diversos, mas quase sempre com o mesmo tipo de TH ao longo do tempo. Assim, considerando-se que a TH pela via transdérmica é a menos inócua para o sistema hemostático e que a tromboelastografia é o método que pode predizer de forma global as variações na coagulabilidade, foi proposta a realização dest estudo. Foram avaliadas 29 mulheres com antecedente comprovado de trombolembolismo venoso, ás quais foi oferecido a TH por via transdérmica com 17B-estradiol. O grupo de mulheres que optaram por usar a TH (grupo caso) foi composto por 9 mulheres, enquanto o grupo das que não quiseram terapia (grupo Controle) foi formado por 20 mulheres. Ambos os grupos foram comparados com grupo de normais da população do banco de sangue do Hospital das Clínicas da FMUSP. As participantes do estudo fora, avaliadas previamente ao início da TH e submetidas às dosagens de tempo de protrombina medido pelo INR e atividade, tempo de trombina (TT) e tempo de tromboplastina parcialmente ativado (TTPA), bem como a dosagem de fibrinogênio e realização da tromboelastografia em dois tipos de amostra: sangue total e plasma em plaquetas (PPP). Estas mulheres foram acompanhadas trimestralmente, por período de 6 meses, sendo os exames novamente realizados nestes tempos. As mulheres com antecedente de tromboembolismo venosos apresentaram hipercoagulabilidade em relação aos normais, conforme medido pelas variáveis tromboelastográficas K (p<0,001), angulo alfa (p<0,005), MA (p<0,001) e G (p<0,005). A observação dos parâmetros hemostáticos prolongamento do TP (medido pelo INR e atividade) (p=0,007) e tendência a prolongamento do TT no grupo coaso, ao longo do tempo. Houve aumento do angulo alfa na mostra de PPP (p<0,001), mas sem variação com o tempo. O parâmetro G mostrou redução na amostra de PPP no grupo Caso ao longo do tempo (p<0,05). O tempo de lise de 30min (LY30) foi siginificativamente maior para as mulheres com passado de doença tromboembólica venosa, mas sem variação ao longo do tempo. Os níveis de fibrinog~enio reduziram-se durante o estudo no grupo Caso (p<0,05). os grupos Caso e Controle, mas não os Normais, apresentaram correlação estatística entre os níveis de fibrinogênio e os parâmetros tromboelastográficos. A avaliação conjunta dos dados sugere que o estrogênio não levou ao aumento da cogulabilidade sanguinea em mulheres com antecendente de tromboembolismo venoso.
terça-feira, 26 de abril de 2005
EFEITOS DAS TERAPÊUTICAS COM ESTROGÊNIOS EQÜINOS CONJUGADOS OU RALOXIFENO SOBRE A RIGIDEZ ARTERIAL EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA
Pós-graduando: Altamiro Ribeiro Dias Júnior
Orientador: Prof. Dr. Nilson Roberto de Melo
Data da defesa: 26/04/2005
Introdução: a rigidez arterial é fator de risco cardiovascular pouco estudado e importante determinante de sobrecarga cardiovascular, estando associada ao envelhecimento. Analisou-se a ação das terapêuticas com estrogênios eqüinos conjugados (EEC) ou raloxifeno sobre os índices de rigidez, com o intuito de se observar a influência destas medicações na rigidez arterial, bem como se as mesmas são capazes de influenciar o envelhecimento vascular bem sucedido. Métodos: realizou-se estudo duplo cego, randomizado, placebo-controlado, que envolveu sessenta e sete mulheres saudáveis, normotensas, e com 1 a 10 anos de menopausa, divididas em três grupos de 24, 25 e 18 mulheres. Estas receberam placebo, 0,625mg EEC ou 60mg de raloxifeno, respectativamente, 1 comprimido por dia, por 4 meses consecutivos. Analisou-se a rigidez arterial, através da avaliação das velocidades de onda de pulso carótida-femoral (VOP CF), fêmoro-pediosa (VOP FP), e do índice de amplicaficação (IA) da pressão na artéria carótida. Resultados: não se observou qualquer alteração dos índices de rigidez arterial associada às intervenções farmacológicas no grupo placebo (VOP CF pré x pós: 664x626 cm/s, p=0,09: VOP FP p´rexpós:1006 x 1012cm/s, p=0,77; IA pré x pós=30x29%, p=0,55), no grupo EEC (VOP CF pré x pós: 642x600cm/s, p=0,11; VOP FP préxpós:952 x 971 cm/s, p=0,66: IA pré x pós:25 x 32%, p=0,82)e no grupo raloxifeno (VOP CF préxpós:636x601cm/s, p=0,12; VOP FP préxpós:964 x 941cm/s, p=0,62; IA pré x pós:25x25%, p=0,65). Apesar da ausência de ação das drogas sobre a rigidez arterial, houve uma correlação significativa entre o grau de rigidez arterial basal e a resposta à intervenção farmacológica, particularmente no grupo EEC, de tal maneira que a redução dos indíces de rigidez neste grupo foi proporcional ao nível de rigidez nasal, apresentando as seguintes relações: VOP CF (r= -0,602, p=0,001); VOP FP (r= -0,455, p = 0,022); IA (r= -0,410, p=0,042). Conclusão: EEC e raloxifeno não parecem afetar a rigidez arterial de mulheres sadias e normotensas com menos de 10 anos de menopausa.
Orientador: Prof. Dr. Nilson Roberto de Melo
Data da defesa: 26/04/2005
Introdução: a rigidez arterial é fator de risco cardiovascular pouco estudado e importante determinante de sobrecarga cardiovascular, estando associada ao envelhecimento. Analisou-se a ação das terapêuticas com estrogênios eqüinos conjugados (EEC) ou raloxifeno sobre os índices de rigidez, com o intuito de se observar a influência destas medicações na rigidez arterial, bem como se as mesmas são capazes de influenciar o envelhecimento vascular bem sucedido. Métodos: realizou-se estudo duplo cego, randomizado, placebo-controlado, que envolveu sessenta e sete mulheres saudáveis, normotensas, e com 1 a 10 anos de menopausa, divididas em três grupos de 24, 25 e 18 mulheres. Estas receberam placebo, 0,625mg EEC ou 60mg de raloxifeno, respectativamente, 1 comprimido por dia, por 4 meses consecutivos. Analisou-se a rigidez arterial, através da avaliação das velocidades de onda de pulso carótida-femoral (VOP CF), fêmoro-pediosa (VOP FP), e do índice de amplicaficação (IA) da pressão na artéria carótida. Resultados: não se observou qualquer alteração dos índices de rigidez arterial associada às intervenções farmacológicas no grupo placebo (VOP CF pré x pós: 664x626 cm/s, p=0,09: VOP FP p´rexpós:1006 x 1012cm/s, p=0,77; IA pré x pós=30x29%, p=0,55), no grupo EEC (VOP CF pré x pós: 642x600cm/s, p=0,11; VOP FP préxpós:952 x 971 cm/s, p=0,66: IA pré x pós:25 x 32%, p=0,82)e no grupo raloxifeno (VOP CF préxpós:636x601cm/s, p=0,12; VOP FP préxpós:964 x 941cm/s, p=0,62; IA pré x pós:25x25%, p=0,65). Apesar da ausência de ação das drogas sobre a rigidez arterial, houve uma correlação significativa entre o grau de rigidez arterial basal e a resposta à intervenção farmacológica, particularmente no grupo EEC, de tal maneira que a redução dos indíces de rigidez neste grupo foi proporcional ao nível de rigidez nasal, apresentando as seguintes relações: VOP CF (r= -0,602, p=0,001); VOP FP (r= -0,455, p = 0,022); IA (r= -0,410, p=0,042). Conclusão: EEC e raloxifeno não parecem afetar a rigidez arterial de mulheres sadias e normotensas com menos de 10 anos de menopausa.
terça-feira, 8 de março de 2005
IMPACTO DA MAMOPLASTIA REDUTORA CONTRALATERAL, EM PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA, NA DETECÇÃO DE CARCINOMA OCULTO SINCRÔNICO E DIMINUIÇÃO NO RISCO DE CARCINOMA METACRÔNICO
Pós-graduando: Marcos Desidério Ricci
Orientador: Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti
Data da defesa: 08/03/2005
Introdução: o principal fator de risco para câncer de mama é o antecedente pessoal de câncer na mama contralateral. A mamoplastia redutora de finalidade estética, tem sido implicada com redução no risco para câncer de mama. A mamoplastia redutora contralateral de simetrização, em pacientes operadas por câncer, contribui no diagnóstico de lesões precursoras e carcinoma oculto. Objetivos: determinar a ocorrência de lesões precursoras e carcinoma oculto de mama, em pacientes submetidas a mamoplastia redutora de simetrização. Comparar estas pacientes, com um grupo controle de pacientes não submetidas a tal cirurgia, analisando o tempo de início da terapia adjuvante - quimioterapia ou radioterapia, tempo livre de doença e sobrevida total, taxa de ocorrência e fatores relacionados com o câncer metacrônico. Métodos: estudaram-se 249 mulheres com diagnóstico de carcinoma invasivo de mama não metastático, divididas em dois grupos. O grupo estudo, cosntituído por 114 mulheres submetidas a mamoplastia redutora contralateral, e o grupo controle, constituído por 135 pacientes não submetidas a esta cirurgia. Foram excluídas do estudo todas as pacientes que apresentaram lesões suspeita na mama oposta, bem como aquelas com antecedente de mamoplastia redutora. Resultados: as pacientes a mamoplastia redutora de simetrização tiveram diagnóstico de carcinoma invasivo oculto sincrônico em 1,8% dos casos, carcinoma ductal in situ em 2,6%, e lesões proliferativas atípicas em 14,9%. O tempo de início da terapia adjuvante não foi influenciado pela mamoplastia de simetrização (p=0,826). Nas pacientes submetidas a mamoplastia, o câncer contralateral metacrônico ocorreu em 1,8% dos casos, enquanto que no grupo controle em 6,7%, demonstrando indícios de associação entre mamoplastia redutora contralateral e redução na ocorrência de câncer metacrônico (p=0,094). O tempo livre de doença e sobrevida total não foi influenciado pela mamoplastia. Os fatores relacionados com maior ocorrência foram os antecedentes familiares e o diagnóstico do tumor contralateral em estádio inicial. A quimioterapia adjuvante esteve relacionada com diminuição da ocorrência. Conclusões: a mamoplastia redutora contralateral de simetrização oferece uma oportunidade de diagnóstico de lesões de risco, tumores in situ e invasivos, além de demonstrar indícios de redução da ocorrência de câncer metacrônico durante seguimento oncológico.
Orientador: Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti
Data da defesa: 08/03/2005
Introdução: o principal fator de risco para câncer de mama é o antecedente pessoal de câncer na mama contralateral. A mamoplastia redutora de finalidade estética, tem sido implicada com redução no risco para câncer de mama. A mamoplastia redutora contralateral de simetrização, em pacientes operadas por câncer, contribui no diagnóstico de lesões precursoras e carcinoma oculto. Objetivos: determinar a ocorrência de lesões precursoras e carcinoma oculto de mama, em pacientes submetidas a mamoplastia redutora de simetrização. Comparar estas pacientes, com um grupo controle de pacientes não submetidas a tal cirurgia, analisando o tempo de início da terapia adjuvante - quimioterapia ou radioterapia, tempo livre de doença e sobrevida total, taxa de ocorrência e fatores relacionados com o câncer metacrônico. Métodos: estudaram-se 249 mulheres com diagnóstico de carcinoma invasivo de mama não metastático, divididas em dois grupos. O grupo estudo, cosntituído por 114 mulheres submetidas a mamoplastia redutora contralateral, e o grupo controle, constituído por 135 pacientes não submetidas a esta cirurgia. Foram excluídas do estudo todas as pacientes que apresentaram lesões suspeita na mama oposta, bem como aquelas com antecedente de mamoplastia redutora. Resultados: as pacientes a mamoplastia redutora de simetrização tiveram diagnóstico de carcinoma invasivo oculto sincrônico em 1,8% dos casos, carcinoma ductal in situ em 2,6%, e lesões proliferativas atípicas em 14,9%. O tempo de início da terapia adjuvante não foi influenciado pela mamoplastia de simetrização (p=0,826). Nas pacientes submetidas a mamoplastia, o câncer contralateral metacrônico ocorreu em 1,8% dos casos, enquanto que no grupo controle em 6,7%, demonstrando indícios de associação entre mamoplastia redutora contralateral e redução na ocorrência de câncer metacrônico (p=0,094). O tempo livre de doença e sobrevida total não foi influenciado pela mamoplastia. Os fatores relacionados com maior ocorrência foram os antecedentes familiares e o diagnóstico do tumor contralateral em estádio inicial. A quimioterapia adjuvante esteve relacionada com diminuição da ocorrência. Conclusões: a mamoplastia redutora contralateral de simetrização oferece uma oportunidade de diagnóstico de lesões de risco, tumores in situ e invasivos, além de demonstrar indícios de redução da ocorrência de câncer metacrônico durante seguimento oncológico.
Assinar:
Postagens (Atom)

